Pantanal Matogrossense
Saindo de Brasília, do Rio de Janeiro e de Campo Grande, treze amigos se reuniram no Hotel dos Camalotes em Porto Murtinho para participar de um campeonato de pescaria. Em outubro de 2005, esta era a terceira ou quarta versão do campeonato. Embora alguns componentes fossem velhos pescadores, outros jamais teriam jogado uma minhoca para os peixes, no caso Ivan e Christian. Outros compareceram com o seu kit de pesca (adquirido há 5 ou 6 anos) novinho em folha, no caso Zico e Marcos. Resumindo, tratava-se de uma confraria de velhos amigos aposentados e que valeu muito à pena por isso.
O regulamento da pescaria, elaborado minuciosamente pelo Justino, bem como a eleição da comissão organizadora e a posse dos seus membros, serviu para que tudo ocorresse dentro da mais perfeita harmonia, mas muito mais como pretexto para a alegria que acompanhou o grupo do início ao fim.
Tivemos dias ensolarados e muito quentes, por isso resolvemos dividir o dia em duas partes. Na parte da manhã saíamos bem cedo e voltávamos para o almoço no hotel. Fazíamos uma boa sesta no ar condicionado, que ninguém é de ferro. Lá pelas duas e meia saíamos para a pescaria da tarde e só voltávamos com o por do sol. Um belíssimo espetáculo, sobre o Rio Paraguai, em plena planície pantaneira.
Relação de Notáveis: Enildo, Julinho e Marcos, os contadores de piadas. Zico e Divino, os violeiros. Ivan e Christian, os fotógrafos. Celsinho, o mestre. Fernando, o presidente. Julio César, o rei do gado. Cesinha, Tião, Divino, Justino e Julinho, os pescadores.
O regulamento da pescaria, elaborado minuciosamente pelo Justino, bem como a eleição da comissão organizadora e a posse dos seus membros, serviu para que tudo ocorresse dentro da mais perfeita harmonia, mas muito mais como pretexto para a alegria que acompanhou o grupo do início ao fim.
Tivemos dias ensolarados e muito quentes, por isso resolvemos dividir o dia em duas partes. Na parte da manhã saíamos bem cedo e voltávamos para o almoço no hotel. Fazíamos uma boa sesta no ar condicionado, que ninguém é de ferro. Lá pelas duas e meia saíamos para a pescaria da tarde e só voltávamos com o por do sol. Um belíssimo espetáculo, sobre o Rio Paraguai, em plena planície pantaneira.
Relação de Notáveis: Enildo, Julinho e Marcos, os contadores de piadas. Zico e Divino, os violeiros. Ivan e Christian, os fotógrafos. Celsinho, o mestre. Fernando, o presidente. Julio César, o rei do gado. Cesinha, Tião, Divino, Justino e Julinho, os pescadores.



